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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Eclipse 18/8/2016

Eclipse se aproximando... Sol em leão pedindo para o ego ser trabalhado, e, pedindo para nosso brilho interior, verdadeiro, nosso dom, seja manifestado.
Lua em Aquário, pedindo surpresas, inovação, uma nova visão de mundo pode se estabelecer!
então... que tal deixar as amarras do ego para trás e deixar os novos rumos guiarem sua vida em direção ao seu brilho interior?

O céu inspira! Inspire-se também!
Eclipse dia 18/8/2016

Bom, esse eclipse tem ligação com os eclipses de março e segue até os eclipses de setembro, ainda trabalhando o eixo peixes-virgem, preparando a humanidade para adentrar à Era de Aquario, mas, claro, o céu  já começa a apontar para Aquário com esse eclipse.
É um eclipse perumbral, isso é, a Terra fica entre o Sol e a Lua, portanto, veremos a sombra do nosso planetinha refletida na Lua... ou seja, veremos nossa sombra refletida na Lua, que simboliza nossas águas, nossas emoções profundas, o profundo feminino. Portanto, aproveite esse momento para curar suas profundas emoções, deixe os sonhos mostrarem o que precisa ser trabalhado nesse momento, acolha-se dentro de seu útero sagrado.
Paralelo à isso, no calendário Maia teremos a energia do VENTO GALÁCTICO, ou seja, momento de questionarmos nossa integridade ... estamos sendo fiéis ao nosso propósito, à nossa verdade interior? Para sabermos isso teremos que ouvir o sopro do espírito ... "the answer my friend, is blowing in the wind" [a resposta meu amigo, está soprando no vento] . Dia perfeito para encontrar seu papel planetário no mundo, dia perfeito para perceber o que você veio fazer aqui no planetinha azul.

Desperte!!! Seu dom é o que o planeta mais precisa nesse momento!
Ouça os sinais [sutis ... o espírito é sutil e sua comunicação também é] ... todas as respostas lhe serão dadas!
Bom eclipse!!!

quarta-feira, 2 de março de 2016

Tarot 16 - Torre

E sincronicamente março chega e, muitos astrólogos já começam a falar da virada de ano astrológico, saindo de um ano regido por Marte caminhando para um ano regido pelo Sol, nós adentramos na TORRE, uma carta regida por Marte, mas que nos trazem muitas reflexões sobre esse ano de luz... talvez sinalizando o momento de deixar os egos para trás, adentrando as profundas transformações de si, deixando o raio de Zeus [rei dos reis] e portanto o raio da iluminação adentrar sua morada [torre] queimando os padrões que não lhe são mais enriquecedores.
Apesar de trazer uma imagem trágica de 2 pessoas caindo de uma construção [TORRE] e, como diz o dito popular “não há talho sem dor”, a transformação que esse arcano nos remete é dolorido, mas libertador... como se a estrutura rígida da torre nos confinasse num mundinho muito restrito, como no conto de Rapunzel onde  jovem vivia aprisionada na TORRE e, todo o mundo que ela conhecia era sua torre, assim é nosso sistema de crença, nossas verdades absolutas, nossos dogmas, padrões, regras, enfim... prisões mentais que nos colocamos e, que ao adentrar no DIABO e nos vermos imperfeitos [olhando nossa sombra, acolhendo-a] olhando nossos instintos de animal, aguçando nossa percepção, podemos romper com essa estrutura rígida que nos oprime.
Porém, para conseguir se libertar da TORRE, Rapunzel teve seus cabelos cortados, demonstrando o corte que temos que fazer no ego. E, assim, olhar a amplitude do mundo e que, trazendo à consciência que a adorável mãe que a criara na verdade é a madrasta que lhe roubara de sua família... como diz Clarissa Estés, para que a mulher cresça a mãe-boa-demais tem que morrer, afinal, se ficarmos na segurança do mundinho conhecido [TORRE] não saberemos como é pisar na grama, ou no rio, entrar na cachoeira, passear no shopping, e tantas outras coisas que não temos dentro da torre. O útero quentinho e escurinho pode ser um local seguro, mas é chegada a hora de nascer e, por isso temos que atravessar o rito de passagem das contrações, até atravessarmos o pequeno buraco, a luz no fim do túnel para enxergarmos o céu azul, as nuvens brancas, a grama verde, o abraço acolhedor, o olhar amoroso ...
Na primeira estância podemos pensar que as contrações são ruins, um castigo dos deuses, mas se nos entregarmos e deixarmos nascer perceberemos que na verdade fomos agraciados.
No conto de Rapunzel, o príncipe ao ser derrubado pela madrasta caí num monte de plantas espinhosas e fica cego, representando que não podemos mais depender das âncoras externas mas sim olhar para dentro de si cultivando as capacidades psíquicas superiores (intuição). Nesses tempos de crise e, com certeza de profundas transformações que estamos passando é fundamental deixarmos nossas muletas (inclusive as muletas espirituais) e centrarmos num desenvolvimento interno e verdadeiro como muitas profecias já nos alertaram na época do famoso 2012... provavelmente quando as trombetas do apocalipse soarem não lhe perguntarão qual é a sua igreja, ou quantas vezes você tomou ayahuasca ou outras vivências que faz uso, ou quantas iniciações tomou, ou quantas fogueiras ascendeu. Na verdade, acho que nenhuma pergunta será feita... possivelmente os cavaleiros do apocalipse somente nos olharão nos fundo de nossos olhos e perceberão nosso medo ou nossa entrega.
Numa de peregrinações tive a oportunidade de sentir os raios de uma tempestade bem de perto, no alto da montanha, numa caminhada que avistamos o mar do alto da serra, a chuva chegou mais cedo do que o “normal”... e lá do alto da montanha, no meio das brumas úmidas da nuvem de chuva que clareava tudo ao meu redor me entreguei nos braços da morte [claro, depois de um período de contrações onde o meu medo me colocava num verdadeiro inferno]. Esse rito de passagem me colocou num profundo silencio que só foi rompido após o jantar e, contar sobre isso só me foi possível após meses, tamanha é a força transformadora que senti naquele momento, tamanha a força que fiz para silenciar meu ego que insistia em gritar querendo ser maior ou mais importante do que aquela força da criação que se apresentava diante de mim... ah! E que força da criação!
“a ideia do raio como poder da dor de vida encontra eco nessa gravura do Taro, onde a torre concreta, como a casca externa dura de uma no, está sendo quebrada e aberta para libertar as duas ‘sementes’ internas vivas, que parecem cair na direção do solo. Elas, ali, presumivelmente, deitarão raízes e
começarão nova vida” SallieNichols
Hoje, analisando por esse ângulo, deixei minha auto-importância, minhas certezas tão estruturadas de uma virginiana, e me entreguei não nos braços da morte, mas nos braços da criação. Naquela viagem entreguei muitas coisas importantes de mim [e para mim], afinal, o novo só entra se tiver lugar para ele entrar.
Se o diabo lhe deixou preso no mundo de matéria, ou na torre de concreto que atualmente chamamos de prédios ... ouça seus instintos tão presentes no Diabo para derrubar essa torre, afinal toda vacina é feita com o vírus, todo remédio usa o veneno em seu princípio ativo, basta termos a sabedoria da dosagem correta.

Que a sua torre possa espalhar muitas sementes de criatividade!


Boa semana!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Tarot 11 - FORÇA


Golden Dragon Deck
E haja força para sair do turbilhão da roda kármica!
Uma força que não é física, não é máscula. Uma força sutil, que vem do coração e por isso, talvez, seja até mais forte do que a força que vem dos músculos. Não pela força em si, mas pelo resultado que temos quando a usamos.
Nesse arcano falamos de controlar o ego, e não há força maior do que a amorosidade para conseguir fazer isso. Quando falamos de ego, se brigamos com toda nossas forças acabamos ferindo-o e, nada mais dolorido, nenhuma ferida leva tanto tempo para cicatrizar como as feridas no ego. O ego deve ser conduzido, com muito amor... sem brigas. E, claro, sem dores, sem traumas. Essa sabedoria só é possível agora um ciclo todo foi vivido.
Há pensadores que relacionam a força com o MAGO por ser 10+1, sendo um novo início, porém agora um início no feminino, diferente do mago que possui uma mesa cheia de coisas, cheia de ferramentas externas, aqui nenhuma ferramenta é usada para ‘domar’, mas todas as ferramentas são usadas. A FORÇA só nos permite usar o que interiorizamos para combater nessa fera interior, e, domesticá-la.
World Spirit Deck
Porque nosso animal interior nos é útil. Manter o instinto em algumas situações é fundamental, nossa ânima [ânimo]. Diz a lenda que quando o Grande Espírito sopra uma vida dentro de um corpo inanimado, junto ele coloca o espírito de um animal, para ajuda-lo em situações de perigo, para ajudar sua alma à realizar sua tarefa aqui no mundo de matéria. Daí o nome animal de poder. O leão mostrado na carta pode ser entendido como esse espírito que vem junto com nossa alma, um amigo aliado, que, se bem conduzido nos auxilia. Se mal conduzido, nos domina.
O leão é o rei dos animais e por isso é ligado ao SOL, ou seja, à iluminação. Muito tenho falado do sol, que será o regente de 2016, desse momento de iluminar-se e, quando iluminamos um ambiente vemos as sombras. Não há caminho de iluminação eu não nos conduza a ver nossas sombras, nossa fera indomada.
Aqui muito mais que domar os instintos e silenciá-lo, é ouví-los. Há pensadores que afirmam que a menina que segura o leão está ensinando ele a falar e por isso compartilha com ele os ensinamentos silenciosos da natureza. E, por isso também é relacionado com a PAPISA (1+1 =2), com o mundo oculto, o silencio, o escuro, a intuição.
O que é fundamental para transcendermos um karma. Daquele chavão “melhor ter paz do que ter razão”... quase isso. Não se cura a raiva com raiva. Se você usar sua raiva numa situação onde há raiva no ar, detona-se uma super bomba e às vezes seus danos são irreparáveis. A raiva é curada com amor. Daí a necessidade da papisa, saber o antídoto para o estresse, da depressão, das excesso de controle dos pais / namorado / marido, da imapaciência do chefe, etc...
Marselha Deck
Tenho exercitado isso nessa vida a dois, saber falar [ou não falar] quando o impulso é o oposto. Saber ficar quando o impulso é sair... saber que apesar do ego gritar querendo vestir as armaduras para se proteger, atacar para não se ferir... isso só vai piorar a situação, vai minar a relação até o carinho desaparecer. Seria muito mais fácil seguir o impulso, afinal já temos um movimento para isso, mas respirar e usar o antídoto para aquela situação exige força ... a força que essa menina tem para domar o leão.
Essa força compassiva é bem comum nos contos,. Bela, mesmo olhando para uma Fera, movida por uma profunda compaixão permite que ele se aproxime do seu coração e, é seu amor que o liberta da maldição e o traz de volta à forma de príncipe. O amor, compaixão do feminino conduz o animal indomado e o desperta para um outro estado de consciência, um ser iluminado... o LEÃO!
O convite dessa semana é isso... olhar as feras, o ego e não brigar! Abraçar amorosamente, ouvindo o que está sendo sinalizado para encontrar o antídoto, rumo à coroação, à iluminação!

Vem?

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Tarot 03 - Imperatriz



Depois de 4 dias trabalhando com ritos de limpeza na árvore genealógica, ancestrais [papisa] cheguei aqui em São Tomé das Letras e a mulherada está num movimento de pintar os tambores, festa, cozinhar, principalmente doces... assim ela se apresenta, vem IMPERATRIZ! Com toda sua criatividade, sua arte, sua leveza... o caminho da beleza! Caminhar em beleza é dançar seu dom no dia-a-dia, permitindo-se que as pesadas obrigações do “tem que”  possam fluir com leveza e muita criatividade. Caminhar em beleza é fazer o que se gosta, manifestando sua arte, que pode ser a arte de cozinhar, escrever, fazer planilhas, mexer no computador, vender, enfim...
E, quanta comida boa, afinal, imperatriz é assim, é o feminino no mundo de matéria. É o espírito renascido no plano físico. O seu cetro de poder, carregado pela imperatriz no tradicional tarot de Marselha, representa o orbe da terra, porém, há a cruz, que representa o mundo material. O cetro está inclinado, mostrando que ela governa pela intuição, e, que apesar de ter o poder, não lhe é tão importante. Essa ligação com o mundo espiritual também é mostrada pela águia no escudo que ela abraça, com amor.
Em muitas culturas as aves representam a ligação com o mundo invisível, por poderem voar e chegar mais perto do Mais Alto. Por poderem voar e ver o mundo de cima, tendo uma visão ampliada da situação. E essa amorosidade com que ela abraça a águia nos mostra que é o AMOR a chave entre o mundo de matéria e o espiritual. É o amor que pode transcender a dualidade do 2, a ponte entre o energizante MAGO e o silencio da PAPISA, o ativo masculino e o receptivo feminino.
E, é também a fartura, Rss e, aqui o pessoal anda ‘errando a mão’ e fazendo uma quantidade absurda
de comida. Na mitologia,é Deméter, a mãe, é a mãe terra, sempre nos abençoando com fartura, quem tem uma horta em casa ou um pé de limão, laranja, acerola, enfim, mãe terra sempre nos dá muito mais alimentos que podemos consumir.
A papisa e a imperatriz nos trazem a energia do feminino, porém, enquanto a papisa é a virgem do templo, a imperatriz é Mãe e Rainha. A papisa governa o amor, a imperatriz governa pelo amor. A Papisa guarda o velho, a Imperatriz revela algo novo. Gosto da visão que os 2 primeiros números são essência, somente no 3 é que surge uma figura geométrica (triângulo), ou seja, é possível criar uma manifestação.
Assim é a IMPERATRIZ, geradora de vida, co-criadora é através dela que tudo pode ser criado, por isso, muitas vezes é representada por uma mulher grávida. E, por isso também nos ensina a paciência para que a criação seja criada.

Bom, mas se o espírito resolveu experienciar o mundo de carne e osso, aprender o equilíbrio entre o mundo espiritual e o mundo material, há também uma estagnação, o espírito não é tão livre quanto fora do corpo e isso exige aprender a ter paciência.
Mas Deméter não é só flores (nem a mãe terra), afinal, mãe que é mãe também dá bronca, né?! Deméter nos mostra sua ira quando fica sabendo que Hades leva sua filha Perséfone para o submundo par viver com ele como sua esposa. A deusa da fartura, do campo, das colheitas, em sua ira, torna os campos áridos, não realiza seu trabalho de fertilizar os campos até que sua filha volte, e, firma-se um acordo com Hades para que Perséfone fique 9 meses com sua mãe e 3 no submundo.
A imperatriz pode também nos sufocar com os excessos de cuidados, comum em muitas mães, passando assim, de amor incondicional para controle, mostrando que nossa imperatriz está negligenciando seu verdadeiro reino e se tornando ávida por poder. Retratando alguns mitos que nos falam de deidades femininas que comem sua cria.
Por isso, como toda mulher, entende-se o ciclo de nascimento e morte. Imperatriz é momento de criação, mas também é momento de espera. É o ciclo e vida-morte-vida que as iniciações do feminino tanto nos ensinam, com a leveza de aprender a dançar conforme a música, encarando as adversidades com criatividade.

Boa semana!!!

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Tarot - 02 Papisa



Waite
E toda a força, atividade, motivação que havia no mago, se acalmam... chega o 2, a dualidade, o outro, parcerias... Enquanto o mago é todo impulso, o 2 é estabilidade e, claro, o movimento cessa, seja por enfrentar o primeiro desafio do projeto ou pelo tempo que as coisas levam para amadurecer, não se nasce de um dia para o outro, nos humanos temos 9 meses de gestação.
A papisa vêm nos mostrar o equilíbrio porque se tudo for na energia iniciadora do mago, ficaremos exaustos... depois de todas as noites em claro para escrever o projeto, iniciar, as correrias para cumprir as datas... chega AQUELA noite de sono, tão merecida! Que, nem sonhamos, ou melhor nos deitamos no colo da Papisa e deixamos o inconsciente trabalhar...
Ansata
A sacerdotisa, como também é chamada, é a guardião dos mistérios da psique feminina, é o mundo invisível, sabe aqueles momentos que parece não acontecer nada, mas que sentimos um super movimento dentro que nem conseguimos explicar?
Na mitologia é Perséfone, filha de Deméter- a mãe terra, senhora do submundo, detentora de profunda beleza, encantara Hades, que a levara para seu reino, o reino dos mortos, onde nenhum ser se atravesse adentar sem prévia autorização.
Diz a lenda que Perséfone fica 3 meses no submundo e 9 junto de sua mãe, ajudando-a na manutenção da vida aqui no mundo, e, mesmo assim os segredos do seu reino não são revelados, o que acontece nesses 3 meses que Perséfone fica com Hades nada se sabe.
Assim é nosso inconsciente... sabemos que existe mas pouco se sabe sobre ele!
Marselha
Perséfone é a mãe, a guardiã, e por isso segura o livro dos mistérios aberto no tarot de Marselha, não que ela irá os revelar, mas nos indica que há algo, assim como seu misterioso chapéu que esconde seus cabelos, sua ‘glorificação’, mas nos deixa à mostra 3 faixas indicando sua relação com a tríade donzela- mulher- anciã mostrando seu conhecimento sobre os ciclos da vida.
Repare como seu manto é unido harmoniosamente o lado direito com o esquerdo, demonstrando a união das polaridades... direito esquerdo, dia noite, claro escuro, o que nos é mostrado e o que é um mistério. Como ainda é início de jornada, sabemos que tem algo, mas ainda não sabemos o que é. Sabemos que há um grande mistério que guia nossas vidas mas não conseguimos ainda decifrá-lo. E, por isso, nos deixamos ser conduzidos pela papisa.
Nos contos é representada pela Fada Madrinha que nos abençoa, nos protege, nos ensina que é possível transformar ratinhos em humanos para levar a Cinderela ao baile, e, depois os ratinhos voltarão ao normal... oferecendo assim, a sabedoria inata na crença, o acreditar na magia pura, sem explicações!
Golden Dragon
A Papisa não fala com a nossa mente, mas com as nossas águas... com as emoções, com nosso coração, com aquilo que não conseguimos explicar.
Ao contrário do mago que é ação, que é o masculino, a papisa é o feminino, é receptivo. Ela não escolhe, ela é escolhida! Não se controla, deixa-se fluir com as sincronicidades da vida, deixando que os presentes da Fada Madrinha se cheguem até você.
Quando ela chega em nossas vidas é o momento de parar, silenciar e ouvir aquela vozinha que sempre nos indica o caminho quando estamos perdidos... se sente assim? Escolha um lugar calmo, que não será interrompido, se puder ser à luz do luar, melhor ainda! Se houver necessidade de uma música suave, use-a... respire lentamente e silencie. Deixe a papisa se aproximar. Converse com ela. Diga o que lhe aflinge... e ouça! A resposta virá! Não da forma lógica, mas virá!
Enochian
Não tenha medo do silencio ou da pausa, ou de entrar no submundo, no inconsciente, no mundo dos mistérios da Sacerdotisa! Esse mundo contém todas as verdades, todas as repostas e, claro, todas as perguntas... afinal, é lá que ficamos antes de encarnar no planetinha azul e, é pra lá que voltaremos depois dessa sábia jornada, cheio de histórias para contar... Acessa esse mundo é uma dádiva! Por mais que parece solitário e escuro...


Sailor Moon
Metamorphosis